Hoje é um dia de muita festa para toda a Igreja e especialmente para nosso Instituto. Comemoramos Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, esta doce e querida santinha teve uma vida bastante breve. Nasceu em Alençon, na França, a 2 de Janeiro de 1873. Aos 14 anos, na véspera de Natal de 1886, Teresa teve uma conversão que transformou sua vida. Nesse mesmo período já desejava ardentemente abraçar a vida contemplativa no Carmelo, Teresa entra para o convento carmelita de Lisieux em 1888, com apenas 15 anos de idade, para dar toda a sua vida a Deus.Vivendo uma vida de oração simples e oculta, ela foi dotada de grande intimidade com Deus. Através da doença e noites escuras de dúvida e medo, permaneceu fiel, enraizada em Seu amor misericordioso. Depois de uma longa luta contra a tuberculose, ela morreu em 30 de setembro de 1897, aos 24 anos; pouco tempo antes  escrevera: “não morro, entro na vida”.  Suas últimas palavras foram: “Meu Deus, eu Te amo”, e são como que o selo de sua existência. Ela amava flores e via a si mesma como a “pequena flor de Jesus” que dava glória a Deus apenas por ser seu belo e pequeno eu entre todas as outras flores no jardim de Deus. Sua inspiração e poderosa presença do céu tocaram muitas pessoas muito rapidamente. Ela foi canonizada pelo papa Pio XI em 17 de maio de 1925. Se ela tivesse vivido, ela teria apenas 52 anos quando foi declarada santa.

Seu reconhecimento é coroado a 19 de outubro de 1997, quando o Papa João Paulo II atribui-lhe o título  de Doutora da Igreja.

Apesar de todas essas coisas grandiosas citadas a respeito de Santa Teresinha, a conheci como ela é, com muita simplicidade. Em 2012 quando comecei a servir no ministério de música da Renovação Carismática Católica, em Cacoal-RO, a coordenadora do mesmo, chamava-me muito de florzinha de Jesus e, curiosamente lhe perguntei o porque de me chamar assim, então contou-me de sua devoção por Santa Teresinha, Santa Te, como carinhosamente a chama. Desde então busquei conhecer a história dessa “florzinha” e me apaixonei pela busca de santidade de maneira tão simples que ela ensinava. Amo Santa Teresinha, não pelas graças ou favores que já recebi através dela, mas por seu grandioso testemunho de amor. Ela foi também uma confirmação da minha entrada no Instituto das Irmãs Pequeninas. Quando chamada a vida religiosa, pensava em ser Carmelita por causa dela. Em meio a dúvidas e questionamentos a respeito do Carísma que deveria buscar, Santa Teresinha foi minha resposta, soube que era uma das Patronas do nosso Instituto, a partir de então ingressei no convento, e com a ajuda dessa boa madrinha, tenho dado passos na vocação, aprendendo a cada dia a fazer a vontade de Deus nas pequenas coisas. E posso afirmar que amo ser Pequenina, amo ser filha de Santa Teresinha.

“Deus não poderia me inspirar desejos irrealizáveis, portanto, posso, apesar da minha pequenez, aspirar à santidade”.( Sta Teresinha)

Santa Teresinha do Menino Jesus, Rogai por nós!

 


Irmã Seliana
Noviça IPSCJ

Festa de Santa Teresinha